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domingo, 25 de junho de 2017

#Talentos do Maurício



Fotografando para hoje
Hoje vamos conhecer um talento bem legal do aluno Arthur Herbert, 8º ano A, que é fotografar.
Qual seu nome?
Arthur Herbert Lima Farias
Qual seu talento?
Não sei se a palavra exata seja talento, mas eu gosto bastante de tirar várias fotos. Não apenas selfies, mas de ter um olhar diferente para outras coisas.
O que você acha mais interessante nas suas fotos?
As cores, porque tento pegar várias coisas coloridas e na edição exploro isso mais a fundo. Minhas fotos que possuem elementos da natureza e urbanos também.
Você tem feito alguma coisa para aperfeiçoar suas fotos?
Acho que me conectar com as pessoas que possuem esse olhar para as fotos também. Assim podemos trocar experiências e sempre buscar a melhor edição possível é menos exagerada também!
Pode descrever a foto que você mais gosta?
Na verdade não tenho uma foto só que mais gosto, é difícil escolher entre todas as minhas “filhas”, mas em específico existe uma em que estou contra a luz, então meu rosto não aparece muito bem. Tem um céu azul das 07:00 horas da manhã destacado ao fundo e um poste de luz para complementar ao lado.
  Onde você pretende usar esse olhar crítico no futuro?
Não fico imaginado nada, nem pensando muito no futuro. Eu me preocupo mais no presente e no agora. Deixo as coisas acontecerem, porém não descarto a possibilidade de se tornar uma profissão.
Deixe um recado para os leitores do blog
Caros leitores, não se preocupem muito com o futuro, isso não quer dizer que tenham que fingir que ele não vá existir. Não quero dizer que espero que vocês façam o que vocês gostam agora e bem feito. O futuro resolvemos depois.
E se querem acompanhar o meu “talento” me sigam no instagram: “ herbertarthur_”. Minhas “filhas” ( fotos) sempre estarão lá, um beijo e muito obrigado.
Karina / Maria Eduarda
Equipe Blog do Maurício


sábado, 24 de junho de 2017

#Curiosidade



Primeiro videogame da história
Em meados de maio de 1972, a Magnavox lançou o Odyssey, o primeiro console de videogame da história. O aparelho foi inventado por Ralph Baer e vários de seus preceitos foram seguidos por todos os videogames.

A máquina foi concebida originalmente em 1951, segundo Baer, mas foi só em 1966 que colocou no papel para produzir a sua idéia. Com um projeto de quatro páginas, desenhou um aparelho que seria conectado a uma TV. O aparelho independente de uma tela parece óbvio hoje, mas na época os sistemas computacionais eram atrelados a monitores especiais, muito mais caros.
Como a ajuda de Bill Rusch e do técnico Bill Harrison, Baer desenvolveu um jogo simples de tênis, que teria inspirado Nolan Bushnell, fundador da Atari, a criar "Pong", um dos jogos eletrônicos de sucesso da história.
Em 1967, foi desenvolvido um protótipo para um controle em forma de pistola. Com o desenvolvimento, em 1968, chegou-se ao Brown Box, um console com controles externos e com capacidade para dez jogos que foi patenteado.
Então, Baer passou 1969 mostrando seu projeto para grandes empresas de televisão, como a General Electric e a Zenith. Quem mostrou interesse foi a Magnavox, que se tornou a distribuidora exclusiva da tecnologia do Brown Box. Entre 1970 e 1972, Baer e a companhia trabalharam para desenvolver o que seria o Odyssey, lançado em meados de maio de 1972 por US$ 100 (US$ 480 se corrigidos com a inflação do período).
O console foi lançado com dois controles, e seis chips "contendo" 12 jogos (na verdade, esses "cartuchos" eram apenas conectores de circuitos, pois toda programação dos 12 jogos estavam dentro do console). No entanto, o conceito de mídias removíveis (que evoluiu do cartucho para os discos e hoje aponta para a distribuição digital) foi introduzido com o Odyssey.
O controle era rudimentar, uma caixa alongada com duas maçanetas em cada ponta (do lado esquerdo havia uma terceira maçaneta, menor) e um botão para reset. Cada uma delas controlava as coordenadas (horizontal e vertical). A menor era usada dar efeitos nos jogos de tênis.
Os doze jogos eram "Table Tennis", "Tennis", "Hockey", "Cat and Mouse", "Football", "Ski", "States", "Roulette", "Haunted House", "Analogic", "Simon Says" e "Submarine". Com exceção do primeiro, todos utilizavam um filme para colocar na TV - o de "Hounted House", por exemplo, era uma casa não muito hospitaleira - para compensar a pouca resolução das imagens. Outros jogos eram jogados em conjunto com tabuleiros e os placares eram anotados em papel ou nos marcadores mecânicos.
Os consumidores se interessaram pelo novo produto, mas erros de marketing trouxeram problemas imediatos. Pelo fato de o Odyssey ser vendidos em lojas da Magnavox e demonstrado ligado a TV dessa marca, havia a percepcão errônea de que o console funcionava somente com televisores da Magnavox. Sem os rápidos métodos de comunicação que se dispõe hoje, a companhia não conseguiu sanar o erro. Mesmo abaixando o preço para US$ 75, as vendas não subiram e, no final, o Odyssey vendeu 100 mil unidades.
Um fato curioso é que o Odyssey foi distribuído no Japão pela Nintendo em 1975. Na época, a companhia ainda trabalhava com brinquedos tradicionais e só em 1977 viria a fazer seu primeiro produto em videogames, o Color TV Game.
Baer foi agraciado com a Medalha Nacional de Tecnologia nos EUA, em 13 de fevereiro de 2006, por sua "criação pioneira e revolucionária, e desenvolvimento e comercialização dos videogames". No mesmo ano, doou os protótipo e as docuientações referentes ao Odyssey para o museu Smithsonian. Ralph Baer, 85, é membro vitalício da IEEE, organização que visa a evolução das tecnologias elétricas. Um dos mais famosos formatos da entidade é a 802.11, que define os padrões para redes sem fio.
http://jogos.uol.com.br/ultnot/multi/ult530u4927.jhtm
João
Equipe Blog do Maurício